"O que é que se encontra no início? O jardim ou o jardineiro? É o jardineiro. Havendo um jardineiro, mais cedo ou mais tarde um jardim aparecerá. Mas, havendo um jardim sem jardineiro, mais cedo ou mais tarde ele desaparecerá. O que é um jardineiro? Uma pessoa cujo pensamento está cheio de jardins. O que faz um jardim são os pensamentos do jardineiro. O que faz um povo são os pensamentos daqueles que o compõem." (Rubem Alves)

sábado, 14 de setembro de 2013

MOTORISTA INDENIZA VÍTIMA SE ACIDENTE É CULPA DE AMBOS

Quando a responsabilidade por um atropelamento é dividida entre vítima e motorista, sendo que o segundo atua de forma negligente e imprudente, é devida indenização por danos morais à vítima. Com base em tal entendimento, a 4ª Câmara de Direito Civil do Tribunal de Justiça de Santa Catarina rejeitou Apelação Cível e manteve a condenação de um motorista ao pagamento de R$ 104 mil à família de um homem. Atropelado enquanto tentava evitar que um de seus três filhos fosse atingido pelo veículo em avenida de São Cristóvão do Sul, ele morreu instantes após o acidente.
Relator do caso, o desembargador Luiz Fernando Boller explicou que por trafegar acima da velocidade e na contramão, o motorista desrespeitou o Código Brasileiro de Trânsito. A velocidade superior ao permitido e o tráfego na contramão foram provados pelo laudo pericial e através dos testemunhos colhidos, aponta ele. Assim, não há como acolher a tese de que o filho de Osnildo de Jesus Pires Júnior tenha sido o único culpado pelo acidente, continua.
Segundo Boller, o condutor teria cruzado a pista e atingiria o garoto na mão contrária. Para tentar evitar a tragédia, o pai atirou-se na frente do veículo, morrendo logo depois, em consequência de uma parada cardíaca decorrente do traumatismo craniano encefálico. Para o relator, é inequívoco o dano moral causado pela tragédia, o que justifica o pagamento de indenização à mulher de Osnildo e aos três filhos do casal.
Condenado em primeira instância, o condutor recorreu apontando que o único culpado pelo acidente fora o filho de Osnildo, que estava parado na avenida sem razão aparente. Para Boller, seguido de forma unânime pelos colegas de Câmara, tanto o garoto quanto o motorista são responsáveis pelo acidente. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-SC.

Clique aqui para ler a decisão. 

sábado, 7 de setembro de 2013

A SOLUÇÃO PARA MOBILIDADE URBANA? ÔNIBUS, DIZ PEÑALOSA

Ex-prefeito de Bogotá, na Colômbia, ficou famoso ao estimular o uso de bicicletas, mas comprou briga quando restringiu o uso de carros. 

Tomo a iniciativa de compartilhar com os leitores do blog, excelente entrevista cedida por HENRIQUE PEÑALOSA  ao portal Exame.com. Vale a pena ler toda a entrevista e refletir com esse renomado consultor em urbanismo e transporte.

São Paulo – As cidades precisam dificultar o uso dos carros e cortar estacionamentos em ruas. Mais: não é papel do governo encontrar solução para os problemas das pessoas que usam carros. Esta é a opinião de Enrique Peñalosa, colombiano especialista em mobilidade urbana e ex-prefeito de Bogotá, capital da Colômbia.
“Um ônibus com cem passageiros tem direito a cem vezes mais espaço de vias do que um carro com um”, diz Peñalosa em entrevista por telefone a EXAME.com.
Em Bogotá, entre 1998 e 2001, ele foi responsável por medidas que seguem esta visão: construiu mais de 300 km de ciclovias, restringiu tráfego de carros em horários específicos, proibiu o estacionamento em calçadas e o restringiu no centro da cidade, além de construir vias exclusivas para trajetos de ônibus. Para os pedestres, as calçadas foram alargadas e mais de mil parques foram construídos ou totalmente reformados.
No último ano do mandato de Peñalosa, a cidade de mais de 7,1 milhões de habitantes recebeu o prêmio Stockholm Challenge pelo seu sistema de transporte de massa baseado em ônibus, o TransMilenio, que foi inspirado nos BRT de Curitiba, no Brasil.
Antes do sistema, em 1998, uma viagem de 30km no transporte público levaria 2 horas e 15 minutos. Dez anos depois, o mesmo trajeto é feito em 55 minutos, segundo Angelica Castro, ex-gerente do TransMilenio, em entrevista em 2008 para Streetfilms. O sistema é intermodal, com ciclovias que levam até as estações e estacionamentos gratuitos para bicicletas. Alguns pequenos ônibus trafegam pelas ruas menores levando pessoas para as estações do TransMilenio, de graça.
Cerca de 1,4 milhão de pessoas usam o transporte por ônibus rápidos criado e implementado na administração de Peñalosa todos os dias em Bogotá. A principal diferença do sistema está, além do uso de faixas exclusivas para eles, nas estações. Elas se parecem com estações de metrô, onde o pagamento é feito previamente e as plataformas são niveladas com o chão do ônibus.
Bogotá ainda tem problemas com trânsito e congestionamento, mas se orgulha, além do TransMilenio, de ser uma cidade que promove o ciclismo. “Hoje, ainda que seja muito pouco, para cada três pessoas que andam de carro, uma anda de bicicleta”, diz o ex-prefeito. Por lá, porém, ele admite que ainda faltam muitas coisas a serem feitas.
Hoje consultor em urbanismo e transporte, Peñalosa viaja da Ásia à América Latina: “Faço assessoria em estratégias para fazer cidades mais sustentáveis”, explica. Em outubro, o ex-prefeito desembarca no Brasil.
EXAME.com – Quando o senhor foi prefeito de Bogotá, mudou radicalmente as políticas públicas da cidade. Qual foi o raciocínio para esta mudança de perspectiva?
Enrique Peñalosa – Nós tínhamos alguns princípios claros. O primeiro era que a questão da mobilidade não se pode resolver com base no automóvel particular. É bom dizer que um ônibus no meio do tráfego é tão antidemocrático quanto não permitir que as mulheres votem. Em todas as constituições está escrito que os cidadãos são iguais perante a lei. Então, se todos os cidadãos são iguais, um ônibus com cem passageiros tem direito a cem vezes mais espaço nas vias do que um carro com um.
EXAME.com – Este é um conceito difícil de se vender para uma cidade que se baseia no transporte em carros. Como você convenceu a população de que isso era o melhor?
Peñalosa –
 Bom, por isso te digo: com esses argumentos. É preciso, claro, que as faixas realmente funcionem. Precisa de coisas como estações para pagamento para que, quando chegue um ônibus, em segundos se possam descer cinquenta pessoas e subir outras cinquenta pessoas.
EXAME.com – E isso acabaria com os engarrafamentos?
Peñalosa – 
Não, ter mais vias não acaba com o trânsito porque o que gera o engarrafamento não é o número de carros, por mais estranho que isso pareça. O que causa trânsito é, primeiramente, o número de viagens que as pessoas fazem e quão longe elas vão.
Para efeitos de tráfego, é o mesmo ter dez carros que percorrem um quilômetro cada do que ter um carro que percorre dez quilômetros. A questão da mobilidade se soluciona com os transportes públicos, mas não a do trânsito. Você pode ter uma linha de metrô embaixo de cada rua em São Paulo e e ainda assim não vai melhorar o trânsito. 

EXAME.com – Então, como se reduz o número de viagens para melhorar o trânsito?
Peñalosa –
 Somente restringindo o uso de carros. Aí há várias maneiras: pode haver pedágio urbano, cobranças em certas vias, pode ter uma gasolina mais cara, pode ter um rodízio como vocês têm. Mas a melhor maneira de reduzir o uso do carro é restringir o estacionamento.

EXAME.com – Acabar com estacionamentos nas ruas?
Peñalosa – Sim. Há muitos carros onde deveriam haver calçadas. Esta é a primeira coisa que destrói a qualidade humana da cidade. E aqui tem um ponto que é importante ter claro: o governo não tem nenhuma obrigação de resolver os problemas de estacionamento. 
EXAME.com – No Brasil e em outros países, investe-se muito em metrôs e trens para a questão da mobilidade urbana, mas eu ouço o senhor falar muito mais em ônibus. Metrô não é solução?
Peñalosa – 
Os políticos adoram investir em trens e metrôs porque politicamente isso é fácil, muito fácil. Gasta muito dinheiro, mas não tem discussão com ninguém. Os cidadãos que têm carros querem que façam mais linhas não porque vão usá-las, mas porque acreditam que outros vão e isso vai diminuir o trânsito. Não há conflito com o espaço dos carros.
Mas os trens e metrôs são excessivamente caros. Você pode fazer, com o mesmo custo que faz um quilômetro de metrô, trinta de faixas exclusivas para BRT. A solução não é um problema técnico, nem econômico, é um desafio político.
E há mais vantagens. Veja bem, é muito mais agradável ir na superfície, com a luz natural, do que ir enterrado embaixo da terra, como um rato. Não me parece democrático enterrar os usuários de transporte público. É loucura. Que se enterrem as pistas de carros, é muito fácil fazer pistas subterrâneas para carros, mas os cidadãos que usam o transporte público são heróis.
Quando bem instalados, os BRTs são mais rápidos, podem mudar de linhas sem isso de baldeação, têm estações mais próximas. Agora, é preciso mais de uma faixa em cada estação para a existência de ônibus expressos.
Obviamente, é possível que também sejam necessárias linhas de metrô, mas antes de tudo temos de aproveitar democraticamente os espaço de vias que já temos.
EXAME.com – Ainda assim, medidas como essas são garantia de uma briga com parcela grande da população.
Peñalosa – 
Então, eu vi que quando houve os protestos no Brasil, a presidente saiu correndo dizendo que iam investir em mais linhas de trem. Mas esta é a reação emocional, não a mais técnica. É mais difícil politicamente, claro, tirar espaço dos carros para dar mais espaço a ônibus, bicicletas e pedestres. É mais difícil, mas é a única solução. 
O sistema com base em ônibus não é apenas o melhor, mas é o único possível. Não existem soluções mágicas. Quando você pensa em cidades com poucos carros e com muitas restrições aos carros parece um sonho louco. Mas essas cidades não só são possíveis, como existem e têm êxito. Como por exemplo Manhattan, em Nova York, Londres ou Paris. 

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

ESPECIALISTA FRANCÊS DEFENDE QUE TRANSPORTE INDIVIDUAL "SEJA PENALIZADO" NAS CIDADES

Migração do transporte individual para o transporte público só ocorre quando há fortes medidas restritivas para o automóvel, acredita doutor em Economia dos Transportes.

Para oferecer às cidades uma maior qualidade de vida, com melhorias da mobilidade urbana, não basta ampliar a rede de transporte público. Sistemas eficientes de metrô, VLT (veículo leve sobre trilho), trens urbanos ou BRTs (transporte rápido por ônibus) atraem os passageiros. Mas, para que ocorra de fato a redução de carros particulares nas cidades, “é necessário penalizar o transporte individual”.

A medida foi defendida pelo professor de Política de Transporte e Planejamento Bruno Faivre D´Arcier, que também é doutor em Economia dos Transportes, engenheiro da Escola Central de Paris e diretor do Departamento de Transportes da Faculdade de Ciências Econômicas e de Gestão da Universidade Lumière Lyon II, na França. “Não adianta aumentar a oferta de transporte público se não penalizar o uso do carro”, afirmou D´Arcier, durante o Seminário Internacional Mobilidade e Transportes, promovido na Universidade de Brasília (UnB), de 27 a 29 de agosto.

Segundo ele, os melhores resultados em relação à mobilidade urbana podem ser mostrados pelas cidades que aplicaram medidas para restringir a velocidade do automóvel e para aumentar o custo dos estacionamentos nos centros urbanos. O aumento no preço do combustível também é um motivo que acaba levando, muitas vezes, ao abandono do carro particular e à volta ao transporte público, conforme o especialista francês. Em Lion, a participação do carro no trânsito é inferior a 50%.

Ao comentar sobre quais bons exemplos citaria em relação a essa penalização do transporte individual na França, D´Arcier lembrou que o caso mais simbólico é o do VLT na região de Paris, que dá voltas completas em grandes avenidas, formando uma barreira para o automóvel. É dada prioridade à circulação do VLT em relação aos veículos particulares.

Na capital francesa, conforme o especialista em transporte, a política de estacionamento é bastante eficiente no sentido de reduzir o uso do transporte individual. “O custo de estacionamento em Paris é extremamente alto. São cobrados valores considerados excessivos para muitas famílias. Essa política de preços altos nos estacionamentos é uma ótima forma de se limitar o uso do carro”.

Paris impôs medidas restritivas para o uso de automóveis

O professor Paulo César Marques da Silva, coordenador da pós-graduação em transporte da UnB, concorda que é necessário e urgente restringir o transporte individual nas cidades e considera que o Brasil poderia implementar medidas mais efetivas nesse sentido. Entretanto, o professor avalia que o ideal é não aplicar o termo penalizar, pois a restrição do uso do automóvel está ligada a uma questão de justiça sobre o ordenamento das cidades.

“Ao aplicar as restrições, há uma internalização dos custos sociais do automóvel. Quando saio no meu carro, estou emitindo poluentes e todos estão pagando por isso. Ao deixar o meu carro estacionado o dia inteiro no local de trabalho, estou ocupando um lugar, que é público, privadamente. Então, se forem criadas formas de cobrar do usuário do automóvel pelos custos que ele está produzindo, é somente uma questão de justiça”, defende o professor da UnB.

A implementação de alguma forma de pedágio urbano, restrição de circulação em áreas de preservação histórica e altos preços em estacionamentos são algumas medidas para dificultar o transporte individual. Mas, de acordo com o professor da Universidade de Brasília, todas essas e outras medidas não irão resolver o problema se forem implantadas sozinhas. É necessário oferecer condições de circulação.

“Não se pode criar restrições ao uso do automóvel sem oferecer mobilidade para quem não está usando o automóvel. Senão, há um comprometimento do direito de ir e vir. É preciso investir na mobilidade das cidades para que a liberdade de viver não seja comprometida”, avalia Marques. De acordo com o professor, as duas medidas devem ser implementadas de forma simultânea – tantos as restrições ao transporte individual como o investimento em alternativas para os deslocamentos. Assim, na avaliação de Marques, a migração do transporte individual para o transporte público ocorrerá de forma natural.

Cynthia Castro
Agência CNT de Notícias

terça-feira, 3 de setembro de 2013

DA SÉRIE "CAMPANHAS EDUCATIVAS SEM EUFEMISMOS", VÍDEO IV

DA SÉRIE "CAMPANHAS EDUCATIVAS SEM EUFEMISMOS", VÍDEO III

BIKES ANTIGAS SÃO TRANSFORMADAS EM "BICIMÁQUINAS" PARA MELHORAR VIDAS EM COMUNIDADES

A organização sem fins lucrativos Maya Pedal criou uma forma sustentável de realizar atividades que normalmente necessitariam de energia elétrica para serem executadas. A partir das bicimáquinas construídas com bikes antigas, geralmente doadas por países como Estados Unidos e Canadá, pessoas das comunidades da Guatemala melhoram suas vidas diariamente, informou o site Hypeness.
As bicimáquinas têm utilização ampla. Algumas são criadas para tarefas como moer grão, descascar legumes, puxar água do fundo do poço e fazer liquidificador funcionar a partir da energia produzida durante a pedalada (com a bicicleta parada). Outras são desenvolvidas para servir como meio de transporte. Para se ter ideia é possível moer um quilo e meio de café em um minuto de pedalada, tempo também ideal para tirar cerca de 10 galões de água de um poço com 30 metros de profundidade.
A máquina é construída com o apoio de voluntários da Maya Pedal, que enxergam a ideia como uma inovação "preciosa" para comunidades sem acesso a água potável e a energia elétrica.
"Nós temos uma oficina composta por moradores locais e por voluntários de todo o mundo. Além das bicimáquinas, oferecemos um serviço de reparação de bicicletas e vendemos bikes usadas também. Trabalhamos junto a parceiros locais, cooperativas agrícolas e produtores orgânicos", explicam os idealizadores do projeto no portal da ONG.
O site da Maya Pedal explica passo a passo sobre o projeto e dá a oportunidade de buscar voluntários. Ainda de acordo com a organização, o projeto está trabalhando para ser reconhecido globalmente e angariar apoiadores em todo o mundo.

Créditos para o site EcoD: http://www.ecodesenvolvimento.org/
Disponível em: http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2013/setembro/bikes-antigas-sao-transformadas-em-bicimaquinas?tag=rrr#ixzz2dqNkspGD

terça-feira, 27 de agosto de 2013

HERÓI DO ASFALTO: MOTORISTA EVITA TRAGÉDIA NA CE 359

Ibaretama - CE: O motorista Francisco Ednardo Barbosa Costa, 57 anos, teve o seu dia de herói quando o caminhão-tanque que ele conduzida pela CE-359 começou a incendiar nas proximidades da cidade de Ibaretama. O motorista seguia da unidade de biodiesel de Quixadá com destino a Fortaleza, transportando 45 mil litros de biodiesel B100 quando a cabine do caminhão começou a incendiar. Segundo ele, as labaredas começaram as suas costas. Deveria parar o veículo e descer, mas ao ver que estava em frente a uma vila de moradores, resolveu seguir mais adiante, pela rodovia e parar numa área distante do povoado.
Em questão de minutos as chamas subiram e apesar de ter tentado debelar o fogo com o extintor não foi mais possível. O jeito foi correr, acionar o Corpo de Bombeiros e a polícia, e pedir para que os veículos não cruzassem a rodovia enquanto o fogo não fosse apagado. Havia risco de explosão do combustível. Com experiência de mais de 30 anos nas estradas  Ednardo Costa confessou nunca ter passado por uma situação dessas. Como havia sido treinado para situações dessa natureza Ednardo Costa conseguiu evitar uma tragédia, reconheceu a equipe da Polícia Rodoviária Estadual (PRE) que chegou ao local do sinistro logo após o incêndio, por volta das 18 horas.
Um enorme congestionamento se formou nos dois sentidos, a pouco mais de 2Km da sede de Ibaretama. A rodovia ficou interditada por aproximadamente uma hora. Só podia ser liberada para os carros, ônibus, caminhões e até motocicletas, quando não houvesse mais riscos, informou o sargento Maurício Avelino da Silva, comandante da equipe da PRE responsável pelo isolamento da área. A equipe do Corpo de Bombeiros de Quixeramobim também foi crucial para evitar que o caminhão-tanque explodisse. Além de apagarem definitivamente as chamas, eles rescaldaram os tanques, evitando o superaquecimento. Caso estourassem uma tragédia poderia ter ocorrido naquele local.
O motorista Ednardo Costa foi elogiado pelos bombeiros e pelos policiais rodoviários. Também foi aplaudido por moradores da localidade de Rampa. Seguindo os padrões de orientação da empresa transportadora para a qual trabalha, prestando serviço para a Petrobrás Biodiesel, ele ainda seguiu à Delegacia Regional da Polícia Civil, em Quixadá, para registrar um Boletim de Ocorrência (B.O.). Apesar do susto, estava aliviado, com a sensação de dever cumprido.
O blog DIREITO DE IR E VIR também parabeniza o corajoso condutor e, ao mesmo tempo, felicita o companheiro Alex Pimentel, do Diário do Nordeste (blog Diário Sertão Centralhttp://blogs.diariodonordeste.com.br/sertaocentral/) pela iniciativa da reportagem publicada em 24/08/2013.

Todos os créditos para o Blog Diário Sertão Central.