"O que é que se encontra no início? O jardim ou o jardineiro? É o jardineiro. Havendo um jardineiro, mais cedo ou mais tarde um jardim aparecerá. Mas, havendo um jardim sem jardineiro, mais cedo ou mais tarde ele desaparecerá. O que é um jardineiro? Uma pessoa cujo pensamento está cheio de jardins. O que faz um jardim são os pensamentos do jardineiro. O que faz um povo são os pensamentos daqueles que o compõem." (Rubem Alves)

segunda-feira, 25 de junho de 2012

EFICIENTES, PORÉM...

No livro TRÂNSITO NO BRASIL: desafios à efetivação do direito de ir e vir e permanecer vivo, faço a seguinte ponderação:

"É interessante notar que o legislador, ao instituir o CTB, fez questão de explicitar, no primeiro inciso de cada artigo respeitante às competências e às atribuições dos já citados componentes do SNT , que a eles cabe 'CUMPRIR e fazer cumprir a legislação de trânsito no âmbito de suas atribuições'. Em suma, antes de cobrar, devem eles sujeição à lei. Ocorre que, não raro, o cidadão comum desconhece que, para além das prerrogativas e poderes, os órgãos e as entidades do SNT condicionam-se também ao cumprimento da lei (ou, pelo menos, deveriam fazê-lo).

Prossigo observando que, "à luz do princípio da legalidade estrita que deve nortear a gestão do trânsito, [...], sempre foi vedada a utilização de tachas e tachões como redutores de velocidade ou em substituição às ondulações transversais ('lombadas', 'quebra-molas').

[...] Não bastasse isso, o órgão máximo normativo do SNT, CONTRAN, baixou resolução, a de nº 336/2009, em que, alterando a já existente Resolução nº 39/1998, acentuou a proibição. O artigo 2º, parágrafo único da citada resolução é taxativo: 'É proibida a utilização de tachas e tachões, aplicados transversalmente à via pública, como redutor de velocidade ou ondulação transversal'.

Os órgãos executivos do SNT, ao que parece, não tomaram conhecimento da proibição [...] e seguem utilizando "à larga tais peças de concreto para os fins mais inusitados. É lamentável que, aproveitando-se da ignorância dos administrados, nessa mesma linha do desconhecimento e/ou não-cumprimento, muitas vezes seguem os responsáveis pela gestão do trânsito, em seus três níveis (federal, estadual e municipal). Aos administrados, as exigências combinadas com os rigores da lei. O tradicional 'cumpra-se!'. Aos administradores? A usança do cobrar é fácil, cômodo; cumprir com as próprias obrigações, nem tanto.

Dita postura precisa ser repensada. Afinal, dar exemplo, já afirmava o filósofo alemão Albert Schweitzer, não é a melhor maneira de influenciar os outros - é a única".

Para ilustrar o que se diz, seguem fotos, da autoria deste blogueiro, onde é possível se observar redutores de velocidade - "eficientíssimos, porém..." - implantados na entrada da cidade cearense denominada Aratuba, na Região Serrana conhecida como Maciço do Baturité):


Para não perder a ocasião, atente-se ao condutor da motocicleta na foto seguinte...








quarta-feira, 20 de junho de 2012

REGULAMENTADO O ART. 267 DO CTB: INFRAÇÕES LEVES E MÉDIAS NO TRÂNSITO PODEM VIRAR ADVERTÊNCIA



As infrações de trânsito leves e médias poderão ser convertidas em advertência por escrito e não render mais multa nem pontos no prontuário do motorista. Uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicada na semana passada regulamentou o artigo 267 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que instituía a Penalidade de Advertência por Escrito, mas que não era aplicada.

A Resolução 404 foi publicada na última quinta-feira e está programada para valer a partir de 1.º de janeiro do ano que vem. Ela complementa outra resolução, a 363, de 2010, que já estabelece padrão para envio de multas e prazo para recurso. Os motoristas beneficiados pela mudança são aqueles sem antecedentes, ou seja, que não foram flagrados cometendo a mesma infração de trânsito nos últimos 12 meses.

A advertência por escrito era prevista desde 1998, quando o CTB foi reformulado, mas a falta de regras nacionais para aplicação da norma impedia que ela fosse cumprida. Na internet, correntes de e-mail já falavam, incorretamente, que as multas poderiam ser convertidas em advertência. A própria Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) mantém em seu site, na página sobre orientações sobre procedimentos após uma multa, um texto alertando que a regra não está em vigor.

Excesso de velocidade (em até 20% acima do limite da via), desrespeito ao rodízio e estacionamento irregular respondem por mais da metade das multas da capital paulista. E são infrações leves e médias. A Prefeitura de São Paulo estima arrecadar R$ 800 milhões neste ano com multas. Mas não há dados que mostrem quantas dessas multas são aplicadas contra motoristas "primários", sem infração anterior.

Na prática, a norma dá ao motorista o direito de pedir que sua multa seja convertida em advertência no momento em que receber a notificação da infração de trânsito. Isso poderá ser feito em até 15 dias depois do recebimento da multa. As informações são do jornal "O Estado de S.Paulo".

Para acessar a íntegra da RESOLUÇÃO 404/2012, clique aqui.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

KASINSKI ENTRA PARA O RAMO DAS BIKES


Empresa investe nas pedelecs para mobilidade

Focando a mobilidade urbana em um momento em que até seu principal produto - as motocicletas - por vezes acabam ficando engarrafadas no caos do trânsito urbano, o mercado das bicicletas parece surgir como uma nova forma de agradar consumidores em busca de agilidade e que não vislumbram a moto como veículo para si; além, é claro, da preocupação com a emissão de gases poluentes.

“Estamos acompanhando a estratégia global da nossa matriz em criar uma empresa dedicada ao desenvolvimento de veículos movidos a energia alternativa. Com isso devemos reforçar a nossa posição em sermos um dos grandes fabricantes globais neste setor”, declara Claudio Rosa Junior, Presidente da Kasinski.

A empresa, no entanto, explora um mercado ainda muito tímido no Brasil (para não dizer nulo), que é o das “pedelcs”, uma versão de bicicleta elétrica onde o ciclista tem que pedalar para ativar o motor, ou seja, são diferentes da e-bikes, na qual o condutor só acelera e não faz qualquer esforço, como se fosse uma moto.

"A autonomia média de uma pedelec é de 40 quilômetros. Dependendo da versão e da maneira como o ciclista pedala e usa o auxilio do motor, a autonomia pode chegar a 80 quilômetros. Por serem modelos pedelecs, o motor auxilia o ciclista até 25 km/h. Acima dessa velocidade o ciclista segue com suas próprias forças", diz a empresa.

Como estratégia de logística para o mercado nacional, a Kasinski optou por fabricar os modelos em Sapucaia, no estado do Rio, a 150Km da capital fluminense, na divisa com Minas Gerais. A localização tem como principal vantagem a posição central em relação aos principais mercados consumidores de bicicletas com assistência de energia elétrica, evitando as longas viagens entre fábrica e centros de distribuição. No entanto, a empresa abre, assim, mão dos descontos que teria na Zona Franca de Manaus.

Diz a Kasinski que, além das "pedelecs", em Sapucaia também serão fabricadas scooteres e motos elétricas, inclusive modelos de alta performance. Será? Vamos aguardar mais notícias!

Fonte: pedal.com

quarta-feira, 13 de junho de 2012

MINISTÉRIO LANÇA CAMPANHA DE SÃO JOÃO PARA REDUÇÃO DE ACIDENTES NAS REGIÕES NORTE E NORDESTE

O ministério das Cidades lança, nesta quarta-feira (13/06), a campanha para as festas de São João do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), que tem o cantor Leonardo como protagonista.

Com o slogan “A dor de um acidente pode durar para sempre”, a campanha traz citações de Leonardo e aborda diversos aspectos relacionados a um acidente de trânsito, como o sofrimento da família, por exemplo. O objetivo é promover a conscientização a partir do momento de reflexão gerado pelo acidente do filho do cantor, Pedro Leonardo.

Ela será veiculada nas regiões Norte e Nordeste do país, entre os dias 12 e 30 de junho, para alertar aos motoristas sobre os riscos de acidentes nas ruas e estradas, durante as festas de São João. Nessa época, há um aumento do número de acidentes, devido ao consumo de bebida alcoólica pelos motoristas.

Assim como a campanha do ministério das Cidades para o feriado de Corpus Christi, a iniciativa dá continuidade aos esforços de comunicação do PARADA: Pacto Nacional pela Redução de Acidentes. O projeto foi lançado há um ano pelo ministério das Cidades, como resposta do Governo brasileiro à resolução das Nações Unidas, que instituiu como a Década de Segurança, o período de 2011 a 2020.

As peças podem ser vistas no site do PARADA - paradapelavida.com.br - e serão veiculadas em todas as emissoras abertas, televisão fechada, rádio, mobiliários urbanos, busdoor, outdoor e principais portais da internet.


Créditos para Patrícia Maia.
Assessoria de Comunicação Social do Ministério das Cidades.

terça-feira, 5 de junho de 2012

COMO "ROUBAR" UM CARRO USANDO APENAS TRÊS LATINHAS

MUITA CALMA NESSA HORA

No vídeo abaixo, um homem furta um carro utilizando apenas três latinhas. O assaltante pendura as latas na parte traseira do veículo. Ao ligar e deslocar o carro, a condutora percebe um barulho estranho. Imobiliza o carro e desce a fim de verificar o possível problema. Na sequência, o marginal entra rapidamente no automóvel e... "era uma vez uma feliz proprietária...".



Em tempo: é fato que além das três latas, o ladrão utliza-se, ainda, de um pedaço de cordão e de muita esperteza...
A postagem tem como objetivo alertar os cidadãos de bem (e não o contrário: estimular condutas marginais), inibindo-se a reiteração da prática criminosa exibida no vídeo.
Optei por deixar o título conforme a postagem original, apenas acrescendo aspas no verbo "roubar", pois, tecnicamente falando, o caso caracteriza furto.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

CIDADE ACESSÍVEL É DIREITOS HUMANOS

Campanha Cidades Acessíveis.
Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência
Secretaria de Direitos Humanos
Presidência da República.


Para saber mais sobre o tema, recomendo uma visitinha ao blog do meu amigo Ari Vieira

terça-feira, 29 de maio de 2012

O PAPEL CIVILIZADOR DOS TRENS URBANOS


Como no passado, eles poderiam semear estações, vilas, cidades – desafogando metrópoles. Mas patinam, submetidos à lógica interesseira da “rentabilidade”

A exemplo de quase tudo que aparentemente pode ser resolvido no “atacado”, transporte, trânsito e mobilidade tornaram-se assuntos de interesse tipicamente quantitativo.

Bem verdade que em São Paulo os números são sempre hiperbólicos – o que parece explicar certa adoração por eles – mas o reducionismo não se justifica.

É um festival de números. Pela prática usual de um usuário por automóvel, calcula-se quantos metros quadrados de área pública são utilizados por automóvel/pessoa nas ruas e avenidas. A partir desse número, calcula-se a mesma relação área pública/ônibus/pessoa, etc.

Por aí vai. Número de pessoas por metro quadrado nos ônibus, trens e metrô. Relação entre tempo e distância nos mais diversos trajetos, e por modal. Número de acidentes pelo número de veículos, etc. sem contar as famosas pesquisas origem-destino.

O interessante, em toda essa monomania dos cálculos, é que os números parecem apontar para alguma outra coisa que não seja o exercício mesmo de calcular, e de servir de alimento concomitante para a monomania da informação, ainda que completamente inútil, pois nada de significativo tem acontecido na vida das pessoas, apesar das incontáveis sopinhas de algarismos.

Qual não foi a minha surpresa, na linha da cultura inútil, ao saber que o meio de transporte mais utilizado em São Paulo é o elevador. Que a grande metrópole é verticalizada, parece evidente. Não sabia, porém, que se transitava tanto verticalmente.

De qualquer modo, gostamos mesmo de números. Eles emprestam um ar de solenidade com aura de pesquisa, de ciência, e sempre impressionam as plateias. Eles parecem ser de vital importância, ao menos em princípio, para alimentar as decisões dos reformadores urbanos, e aparentemente fundamentais para o pressuposto de que as coisas se resolvem por planejamento.

Não é isso, porém, o que a vida urbana tem nos ensinado, e sem a necessidade de tantos números. O bairro operário de hoje, com suas casinhas e pequenos jardins, transforma-se amanhã em um conglomerado de edifícios de apartamentos colados uns aos outros. Planejamento? Não. Dinâmica social, e principalmente econômica, da história urbana da cidade. Não é diferente com os jardins e suas elegantes residências, mais tarde tomadas por comércios e serviços de luxo, e ainda mais tarde ocupadas por comércios e serviços populares. Também nesse caso, nada explicado por planejamentos, mas pelo movimento de determinantes em boa medida geradas pelo acaso. Tais fenômenos podem ser explicados a posteriori, mas não rascunhados a priori com a presunção de que as coisas aconteçam conforme o previsto.

A cidade é viva.

A própria história do estado de São Paulo deveria nos ensinar ao menos uma coisa: cidades e regiões inteiras nasceram à margem das ferrovias. Não foi diferente, em boa medida, com bairros da capital e cidades da denominada Grande São Paulo. Os trens movimentavam cargas e pessoas – nessa ordem – e em cada estação formavam núcleos, que mais tarde se transformavam em grandes aglomerados.

A procura cada dia crescente por trens e metrô demonstra a importância dos trilhos na solução do binômio transporte/trânsito. Como são escassos, ficaram rapidamente saturados. Agora é uma corrida – ao menos discursiva – para a expansão, mas que encontra um terrível obstáculo: poucos são os espaços livres disponíveis para eles, exceto por baixo ou por cima das casas, prédios, ruas e avenidas. Dois espaços caríssimos pelas dificuldades de ocupação.

Os trens metropolitanos têm muito para onde crescer, expandir, mas não mais nas áreas adensadas. Cresceriam nas direções hoje menos povoadas e, nessa medida, exerceriam o papel “civilizador” que desempenharam no passado: trilhos, estações, povoados, vilas e cidades.

Tal pensamento, porém, passa longe das pranchetas dos reformadores, pois norteados por dois conceitos estranhos em mentes que deveriam estar a serviço do interesse público, social: demanda e rentabilidade. Nada fazem pensando no futuro, e menos ainda no que não esteja a serviço do lucro imediato, principalmente para os “parceiros” do Estado.

No passado, as pessoas iam para onde estava o transporte; agora, estamos todos diante da grita para saber como levar transporte para onde estão as pessoas, e ilhadas. Recentemente “descobriram” que imóveis próximos a estações são muito valorizados. Que gênios…

Enquanto isso não se resolve – se é que se resolva – vamos colecionando outros números: número de horas/dia de existência literalmente perdidas no trânsito, horas de sono perdidas por levantar cedo e dormir tarde por conta das dificuldades de transporte, do percentual de nossos rendimentos que deixamos apenas nas operações de ir e vir, e por ai também vai.

No plano qualitativo, pouco se fala de conforto, segurança, beleza e civilidade nas relações de trânsito, e menos ainda nos meios de transporte. “Educação”, dizem, transferindo aos cidadãos a responsabilidade e a culpa pelos próprios sofrimentos. Os números não contemplam esses aspectos da vida denominada “subjetiva”, como se toda a calculeira não tivesse, como finalidade, atender as necessidades dos “sujeitos”. Afinal, elegância no viver deve ser apenas um luxo, bem acima das necessidades da maioria dos mortais.

Por Rogério Centofanti, no blog Outras Palavras.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

TRÂNSITO NO BRASIL: UMA TRISTE REALIDADE


Da Assessoria de Comunicação da eficientíssima ONG ETEV, transcrevo a nota abaixo:

"Na década 2000/2010, o número de mortes nas estradas, avenidas e ruas brasileiras passou de 28.995 em 2000, para 40.989 em 2010, o que representa um incremento de 41,4%. As taxas, considerando o aumento da população, também cresceram 25,8%. Foram em média 117 mortes por dia. Um aumento de 13,9% em relação a 2009, quando os acidentes deixaram 37.594 vítimas.

Apesar de tantas estatísticas negativas temos que destacar um resultado positivo, na última década, segundo os registros do SIM, o número de mortes de pedestres caiu, de 13.643 em 2002 para 11.946 em 2010, ou seja, 1.707 vidas preservadas. Atribuímos esta vitória às campanhas educativas e às políticas públicas de segurança viária como, por exemplo, passarelas, lombadas eletrônicas e faixas de pedestre, implantadas por todo País.

Não podemos dizer o mesmo quando destacamos os motociclistas, cuja mortalidade aumentou 244% nesta última década, passando de 3.910 mortes em 2000 para 13.452 em 2010. Conforme o Mapa da Violência no Brasil, elaborado pelo Instituto Sangari, em cada três desastres com mortes registrados pelo Denatran, em 2010, um envolveu motociclista. Isso torna o Brasil o segundo país do mundo em número de vítimas de acidentes com motos.

Muitos falam e colocam a culpa no crescimento populacional e no crescimento da frota, mas as estatísticas do estado do Rio de Janeiro provam que isso não é verdade. Destacamos que entre os 26 estados mais o Distrito Federal, a mesma pesquisa mostra que o estado do Rio de Janeiro foi o único que conseguiu reduzir os números de mortes por acidentes de trânsito.

Em 2000 morreram 2.956 pessoas, em 2010 2.296, 300 vidas preservadas. Esse resultado decorre de medidas acertadas como, por exemplo: decisão de governo em combater a violência no trânsito, campanhas educativas permanentes, fiscalização e cumprimento da lei seca, punição e participação da sociedade.

Sabemos que em todo Brasil estão sendo feitas ações para coibir esse crescimento, e a Paraíba também tem feito sua parte, podemos destacar até algumas: conferências de educação para o trânsito, criação de comitê de combate aos acidentes de trânsito, reativação do Conselho Estadual de Trânsito, fiscalização, e participação da sociedade. Todas essas medidas foram tímidas e de pouca duração. Portanto temos de cobrar mais infraestrutura viária, políticas públicas de Estado e não de governo voltada para educação e segurança no e para o trânsito e campanhas permanentes que tem o objetivo de sensibilizar a população. É preciso uma mudança de comportamento e consciência, muito mais fiscalização, punição de verdade e que os próprios órgãos cumpram o que diz o Código de Trânsito Brasileiro no seu artigo 1º inciso II e III, no seu artigo 74º e principalmente o cumprimento de nossa Constituição no seu Art. 23, inc. VIII".